Centenas de atletas de todo o Brasil participaram neste final de semana da 1ª Fase Nacional do Circuito Paralímpico de Atletismo em busca do índice para o mundial da modalidade, a ser realizado do dia 27 de setembro a 5 de outubro deste ano, em Nova Deli, na Índia. O Circuito, que conta com o apoio da empresa Braskem, teve início neste sábado (24) no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. As provas de pista e campo, que contaram com a participação de atletas medalhistas nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, se estenderam no domingo (25).
Vencedora da prova no arremesso de peso na classe F-53 e F-54 e já classificada para o mundial, a atleta e bicampeão paralímpica, Beth Gomes, falou sobre a expectativa de participar da competição em Nova Deli. “Está muito boa e estou treinando. O atleta nunca se faz sozinho. Estou há 13 anos com a minha treinadora, a Rose Farias, e desse tempo conquistamos muitas vitórias e objetivos. Então, a preparação está sendo muito boa para chegar na Índia e fazer um excelente mundial. Sei que as minhas adversárias lá fora estão treinando bastante, mas estou treinando muito mais”, destacou a 42 vezes recordista mundial.
Desenvolvido para atender os atletas paralímpicos, o Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo completou na sexta-feira (23), nove anos de existência, sendo comemorado com muita alegria. De acordo com o assessor de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Daniel Brito, após a construção do complexo, a evolução dos atletas foi notória. “É muito sensível o crescimento do nosso esporte paralímpico no mundo. O esporte brasileiro no cenário mundial. Cada vez mais atletas novos surgindo. Antigamente, tínhamos poucos atletas que ganhavam muitas medalhas. Agora temos vários atletas ganhando uma ou duas medalhas de ouro. Estamos diversificando a quantidade de campeões, o que faz com que a gente massifique ainda mais o esporte paralímpico”, pontuou.

A tricampeã mundial Beth Gomes também ressaltou a importância do Centro de Treinamento Paralímpico para os atletas. “A nove anos atrás nós não tínhamos essa estrutura que temos hoje com o Centro Paralímpico. Com a construção dele, veio beneficiar não só a mim, como todos os atletas e profissionais. Só tenha a agradecer pela estrutura e acompanhamento que temos aqui. Talvez seja a nossa primeira casa, pois nós temos onde ficar, competir e treinar. È muito importante termos um equipamento aqui no estado de São Paulo. É uma estrutura maravilhosa, onde agrega várias modalidades”, completou a atleta.

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