Os dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados na última segunda-feira (29) pelo Ministro Luiz Marinho, mostraram que a cidade de São Caetano do Sul registrou no mês de agosto um saldo de 767 empregos com carteira assinada. Com isso, o município alcança a marca de 120.933 pessoas empregadas, o maior número dos últimos cinco anos.
O mês de agosto teve o terceiro maior saldo no número de admissões em São Caetano, gerando 6.252 postos de trabalho em um mês no município em 2025. No acumulado do ano, a cidade já soma 47.010 admissões. Na comparação com agosto de 2024, houve um crescimento de aproximadamente de 4,35% na geração de novos postos de trabalhos formais, sendo 32 novos postos de trabalhos a mais em números absolutos.
A área de Serviços foi o setor que registrou o maior número de empregos com carteira assinada na cidade, com saldo de 482 vínculos formais. As vagas concentraram-se no setor de hotelaria e alimentação, como serviços de catering e buffet. Notou-se um saldo relevante para a contratação de cozinheiros, uma movimentação atípica, visto que a cidade não possui vocação de matriz gastronômica. A rotatividade dos trabalhadores no setor serviços é de 14,6 meses.
O setor do Comércio apresentou um saldo positivo de 135 empregos formais, com destaque para o comércio de reparação de veículos automotores e motocicletas. A rotatividade dos trabalhadores no setor do comércio é de 17,3 meses. Já a área da Indústria apresentou um saldo positivo de 103 empregos formais, com destaque para fábrica de móveis e por trabalhadores de funções transversais. O setor apresenta o menor índice de rotatividade dos trabalhadores entre os setores (33,5 meses), o que pode ser explicado por maiores salários e melhores pacotes de benefícios.
No setor da Construção, houve um saldo positivo de 47 empregos formais, com destaque para instalação e manutenção elétrica de trabalhadores da construção civil e obras públicas. A rotatividade dos trabalhadores no setor da Construção é de 12,9 meses. No saldo por faixa etária, a juventude continua sendo o principal vetor do crescimento. O dado proeminente é a massiva concentração de vagas na faixa de 18 a 24 anos, que registrou um saldo de 296 empregos formais. Essa preferência do mercado pela contratação de jovens pode estar relacionada à busca por menores custos salariais e maior adaptabilidade às novas tecnologias.
Por outro lado, a cidade registrou no mês de agosto a abertura de 250 microempreendedores individuais, sendo que 164 MEIs foram extintos, totalizando 13.726 microempreendedores ativos em 2025. O professor de gestão do Centro Paula Souza, Bruno Castro, alertou sobre a migração para esta modalidade. “Setores econômicos vendem a ideia de autonomia e flexibilidade com roupagem de empreendedorismo. Ser dono do próprio negócio ou do seu tempo é encantador. É uma ideia que vende. A curto prazo é tudo muito lindo, mas a longo prazo traz prejuízos na previdência social e no fundo de garantia dos trabalhadores. Uma coisa é ser empreendedor, outra coisa é ser explorado. Temos que saber separar as coisas”, opinou Castro.
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