Um incidente ocorrido com linha de cerol no último domingo (12) no Poliesportivo, em São Bernardo do Campo, foi tema na reunião do Conseg SBC II realizada na segunda-feira (13). Devido à comemoração do Dia das Crianças, o espaço recebeu um grande número de visitantes, proporcionando diversas brincadeiras. No entanto, uma delas por pouco não vitimou uma criança, que teve o pescoço cortado por uma linha de cerol por uma das pipas que sobrevoavam o local.
O assunto acendeu um alerta na população, que esteve no encontro da entidade para solicitar uma fiscalização mais rigorosa. “A sobrinha da minha vizinha ao entrar no estacionamento do Poliesportivo foi alvo da linha de cerol. Ela levou 14 pontos no pescoço e mais o trauma psicológico para a vida toda. Onde estavam os agentes da GCM e a fiscalização?”, cobrou o morador Lino Mário.
Frequentador do local, Jorge Luís dos Anjos Correia, diretor social do Conseg SBC II, comentou sobre as ações. “A fiscalização tem porque eu presenciei. Eu estava lá na semana retrasada. A GCM veio um a um, olhou e recolheu a linha, que é importante. Peço policiamento lá porque foi um caso grave. Uma criança poderia ter morrido. Tem acontecido essa prática de uso com cerol. É recorrente e eu vi a GCM lá olhando. Mas acontece”, relatou, informando que a criança está se recuperando.
Presente na reunião, o Comandante da GCM de São Bernardo do Campo, Eduardo dos Santos, esclareceu o fato. “Soltar pipa não é proibido por lei e nem por medidas administrativas. E é uma cultura que nós temos no País. Não podemos criminalizar esse tipo de atividade. Agora, soltar pipa com cerol, sim, é um problema inclusive administrativo. Nós temos uma lei municipal que bate muito em cima disso. Quando chega para nós a informação que alguém está soltando pipa com cerol, a equipe é deslocada imediatamente para o local e vai fazer a verificação de todo mundo que está lá. Esse é o nosso modus operandi. Quando a gente tomou conhecimento encaminhamos as viaturas e passamos a fazer a fiscalização de todos que estavam no local”, explicou o comandante.
Segundo ele, com a chegada do período de calor, as operações serão intensificadas para que situações deste tipo não voltem a ocorrer. “Agora que começa o período de mais calor, a tendência é que o local comece a ter mais gente freqüentando. Aí chega as férias escolares, é o período de soltar pipas. A gente vai intensificar e fazer operações todos os finais de semana para evitar que esse tipo de situação volte a se repetir. Esse é o compromisso que nós temos. A partir do momento que a gente tem maior fluxo de pessoas lá fazendo o uso de pipa, vamos intensificar a fiscalização”, garantiu o GCM.
Já o delegado titular do 2º Distrito Policial do Rudge Ramos, Dr. Luiz Henrique Artacho, orientou a população a denunciar os estabelecimentos que vendem a linha com cerol. “Existem lugares que vendem pipa já com os carretéis chilenos, como chamam, com a linha preparada. Isso para nós, Polícia Civil e Polícia Militar, que é importante. Todos nós temos crianças e filhos. Então, peço encarecidamente a quem tiver conhecimento disso, que faça a denúncia. Para que a gente possa estar atuando e tirando de circulação”, completou.
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