Um assunto que foi muito recorrente nos encontros do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) SBC II em 2025 voltou a ser tema da primeira reunião do ano, realizada na noite desta segunda-feira (9) no espaço São José da Paróquia São João Batista, no Rudge Ramos. Incomodados com a situação e a falta de resolução, moradores foram ao encontro pedir providências para a perturbação do sossego provocadas por alguns estabelecimentos comerciais.
É o caso do morador do Bairro Jordanópolis, que a cerca três anos vem sofrendo com os barulhos de som alto de estabelecimento comercial com fins esportivos. “Ali é uma quadra de beach tennis, que tem um bar e a proprietária aluga para eventos. O nosso maior problema é quando tem eventos, porque eles colocam caixas de som grandes com microfones e instrumentos. Nessas situações, a gente não consegue ficar dentro de casa. No começo, eu ligava para a Guarda e eles iam lá e pediam para abaixar o volume. Já teve vezes que chegaram a multar”, relatou o morador.
No entanto, segundo ele, a situação mudou. “No ano passado, teve situações de eu chamar a Guarda e pedirem para abaixar o volume e não abaixou. Inclusive, ela diz que liga para uma pessoa e essa pessoa fala que o local não será fechado. E agora, a gente solicita o apoio da Guarda e a viatura passa, não conversa com ninguém e vai embora. Solicitei junto ao Atende Bem a cópia das ocorrências e está relatado lá que é música ambiente ou que não há música nenhuma. Só que quando eu solicito, eu gravo o som. Agora a gente não sabe o que faz, porque com a GCM não dá para contar mais. A situação continua piorando e a gente se vê numa situação em que parece que estamos errados em reclamar”, pontuou.

Presente na reunião, o Inspetor Nunes da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Bernardo do Campo disse que irá verificar o que tem ocorrido. “Esse caso que o senhor reclamou tem acontecido e inclusive fechamos o local ano passado. Ela sofreu uma sanção. Agora, isso que o senhor está relatando, de que a viatura não está passando ou que não está tomando alguma providência, eu preciso checar. Mas pode ficar a vontade para relatar. Quando foi constatado, o local foi fechado. E a equipe sabe qual é o procedimento. E não tem essa perspectiva de ligar para alguém ou que não vai fechar porque teve ligação”, disse o Inspetor.
Outro caso que tem tirado o sono dos moradores é de um bar localizado entre as Ruas 17 de Março e Cásper Líbero, no Bairro Pauliceia. “Nós temos um bar que eles começam no meio da tarde e vão até altas horas da madrugada. E o duro é que é de segunda a sexta. A população está reclamando muito. No meu ver, ali não é só um problema de inspetoria. É preciso ir uma vigilância lá. Aquele bar, já teve muitos problemas. Já foi lacrado duas vezes. E á 15 dias atrás ia ter um homicídio lá. Uma mulher quase matou um homem lá. E claro, que a vizinhança local não está dormindo, porque de segunda a segunda torna-se complicado. Espero contar com a GCM e a Polícia Militar para dar uma resposta à população para esta finalidade”, declarou a moradora.
Na tentativa de solucionar esse tipo de ocorrência, o Capitão Vitor Moraes da Polícia Militar sugeriu aos moradores presentes para repassar a informações sobre os locais e horários que os barulhos ocorrem. Com isso, a ideia é enviar um ofício a Prefeitura de São Bernardo do Campo com o objetivo de montar uma operação juntamente com a GCM e os fiscais da prefeitura para averiguar os estabelecimentos comerciais que estejam, de certa forma, prejudicando a paz e o sossego dos moradores.
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